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sábado, 25 de abril de 2015

Molduras boas não salvam quadros ruins!!

Mais uma vez o Atlético encarava o Rio Branco, uma derrota e um empate, então estava na hora de vencer, mas não foi bem assim, jogando de forma irreconhecível foi dominado pelo Leão de Paranaguá e um jogo que tinha tudo para garantir o Atlético na elite paranaense em 2016, terminou com uma derrota bem dolorosa e com muitas consequências.

O JOGO

Bem no início o Atlético deu indícios do que iria acontecer no jogo, aos 2 minutos, Lula recuou fraco para Weverton e Bruno Andrade aproveitou a bobeada, cabeceou, mas o goleiro do Atlético defendeu bem. O Atlético não se encontrava no jogo, a boa marcação do Rio Branco e o nervosismo do time contribuíram para isso. E então veio o preço, aos 14 minutos, Paulo Henrique faz boa jogada, cruzou na área, Bruno Andrade aproveitou e mandou uma bomba no ângulo, sem chances para o goleiro do Atlético. O Furacão agora foi em busca do empate, criou algumas oportunidades, mas estava sem inspiração. Quem estava inspirado era o Leão, aos 22, Roger Guerreiro aproveitou bom contra-ataque e ficou de frente com Weverton, tentou encobrir o goleiro do Atlético, mas o arqueiro rubro-negro fez boa defesa. No entanto aos 29, não teve jeito, o Rio Branco fez o segundo gol, Roger Guerreiro chutou na trave, Josi aproveitou o rebote e mandou pro gol. Ninguém entendia o que estava acontecendo com o time do Atlético, não tinha reação, tomou dois gols, mas o pior estava por vir, aos 41 minutos, depois de receber de Josi, Marquinhos driblou vários jogadores na área, tocou para Marco Túlio que foi derrubado por Marmentini, o juiz deu o pênalti e Roger Guerreiro bateu bem, fazendo o terceiro gol do Rio Branco. E assim foi o primeiro tempo, no qual o Atlético nem viu a bola, mas tinha o segundo. Era a hora de ir pro vestiário, colocar a cabeça no lugar, ajeitar o time e voltar com outra postura.

Na segunda parte da partida, o Atlético veio com outra postura, com 4 minutos de jogo, Natanael cruzou a zaga tirou o perigo e a bola sobrou para Felipe (tentou repetir aquele golaço) que chutou, mas ela foi para fora. E o Furacão continuou em busca do gol, aos 9 minutos, Hernani cobrou bem a falta, porém a bola vai para fora, passou muito perto do gol e com outra falta, com 15 minutos de jogo, Hernani assustou de novo, cobrou bem e o goleiro Enderson defendeu, mas deu escanteio. O Atlético aproveitando que o Rio Branco recuou se mandou para o ataque, criou várias jogadas, mas o gol não saía. Até que aos 30 minutos, Caique chuta forte na entrada da área, mas o goleiro do Rio Branco defendeu. Então veio um lance bonito, mas da torcida, um dos protestos mais criativos (a torcida deu as costas para o time e aplaudiu duas crianças que estavam brincando com uma bola na arquibancada), e então aos 36, finalmente o gol do Atlético, Felipe chutou forte a bola vai na mão do zagueiro do Rio Branco e o juiz marcou o pênalti. Felipe cobrou bem e fez o gol. E assim terminou uma derrota bem dolorosa para Atlético e muito comemorada pelo Rio Branco, que venceu a sua primeira partida no Torneio da Morte. O melhor a se fazer é ver e rever essa partida, analisar os erros, mudar o que tiver que mudar e para a próxima partida voltar a jogar como o Atlético de verdade, para ganhar e principalmente honrar sua torcida!!

Na próxima partida o Atlético pega o Prudentópolis, no Newton Agilbert, às 18;30. Se vencer a partida o Furacão fica muito perto de garantir sua vaga na elite paranaense.






   
                 

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Um golaço que salvou o jogo!

Em busca de sua terceira vitória seguida no Torneio da Morte. O Atlético encarou o Rio Branco, esse teoricamente era o adversário mais difícil, porém o time estava devendo e muito (principalmente pelo nível de futebol apresentado contra o Nacional e o Prudentópolis) essa era a chance do time vencer e convencer. Com uma vitória praticamente iria garantir a permanência na elite, porém ela não veio. No lugar dela um empate sofrido (com um golaço do Felipe) e um conformismo preocupante por parte dos jogadores do Atlético com o resultado!

O JOGO

Logo no início o Atlético mostrou que queria vencer (assim como nas outras partidas, partiu para cima no começo do jogo) com três minutos, Eduardo cruzou para Douglas Coutinho, que tentou um cabeceio por cobertura, mas mandou para fora. Aproveitando que o Rio Branco ainda não tinha se encontrado no jogo, o Furacão continuou pressionando, aos 6, Felipe recebe a bola, arrisca de fora da área, de bico, mas o goleiro defende. Até que aos 12, o Rio Branco acordou, Josi cobrou uma falta, mas mandou lá na arquibancada (foi a primeira chance da equipe mandante no jogo!), mas aos 14 quase que rede balançou, Josi cruzou rasteiro, Natanael se enrolou, a bola sobrou para Roger Guerreiro, que driblou o Otávio duas vezes, mas chutou para fora. O jogo seguiu as equipes criavam chances, mas nenhuma "deu boa". Até que aos 24 minutos, Jean cruzou na medida e Junior Goiano, de cabeça, mandou pro gol. Com o gol tomado o Atlético partiu pra cima, tentou furar o bloqueio da equipe de Paranaguá. Aos 33 quase conseguiu, Natanael cruzou e Douglas Coutinho cabeceou para fora. Com 38 de jogo, mais uma chance, Felipe cobrou o escanteio, Otávio cabeceou, mas Enderson defendeu (o bandeirinha já havia assinalado o impedimento). O Rio Branco respondeu, com uma pintura, aos 41 minutos, Roger dá uma linda bicicleta, mas Weverton defende. E aos 45 o juiz apitou, sem acréscimos mesmo.

O segundo tempo começou eletrizante, com um minuto de jogo, Marcos Guilherme cruzou e Lula quase empatou o jogo, mas cabeceou para fora. O Rio Branco respondeu, Roger criou duas oportunidades, na primeira ele passou para Oberdan, que cruza errado e manda para fora e a segunda levantou na área para Josiel, mas ele não alcançou a bola. Com 6 minutos, o empate veio, com um chutaço de Felipe, que recebeu passe na intermediária e chutou pro gol (Um golaço, uma pintura!). Após o embate o jogo caiu de ritmo, as duas equipes tentaram criar, mas estavam sem inspiração. O Atlético se segurava e ficava com bola. Então aos 23 minutos, quase o segundo gol do Furacão, Douglas Coutinho recebeu dentro da área, mas chutou em cima do goleiro. Em seguida veio a resposta, aos 26, Roger Guerreiro chapelou Otávio, tentou driblar o goleiro do Atlético, mas na hora de finalizar chutou em cima do Weverton! O Atlético respondeu, aos 33 minutos, Marcos Guilherme tocou para Felipe, bateu colocado, mas a bola foi para fora. No decorrer da partida, o Atlético controlou o jogo, com isso segurou o Rio Branco e garantiu um pontinho em Paranaguá. Com esse resultado ficou na liderança do Torneio da Morte e praticamente não corre mais riscos de ser rebaixado.

Na próxima partida tem jogo importante na Arena da Baixada!, o Atlético encara o Remo, pelo jogo de volta na Copa do Brasil, às 19:30. Pode se classificar até com um 0 a 0, se empatar em 1x1 a decisão será nas penalidades, se vencer se classifica e se perder a vaga vai para o Remo.








            

domingo, 12 de abril de 2015

Só o resultado importa?!

O jogo contra o Nacional era a chance que o Atlético precisava para empolgar a torcida, vencer a segunda partida seguida e com um detalhe: o adversário era o mesmo do 7 a 0. Então tudo apontava para uma vitória tranquila, fácil e sem sustos. Errado ela até veio, mas deixou a torcida bem preocupada com o futebol do Atlético.

O JOGO

Logo no início o Atlético mostrou que queria fazer o gol e o Nacional demonstrou como iria ser portar (no contra-ataque). Felipe criava as principais chances do Furacão, Tcharlles as do Nacional. As duas equipes criavam suas chances, porém nenhuma que levasse muito perigo, a partida ficava presa no meio de campo, a equipe de Rolândia marcava bem e não deixava muito espaço, jogava de igual para igual com o Atlético (diferente daquele 7 a 0). Dos 13 minutos aos 15, o Nacional partiu para cima, criou boas chances, com Tcharlles que chutou de fora da área, mas pecou e mandou longe do gol. Em seguida numa boa jogada, Tiago fez o lançamento, mas Weverton apareceu bem e defendeu. Após esses pequenos sustos, o Furacão acordou, aos 19, Felipe levantou a bola na área, mas Gustavo mandou pela linha de fundo. Aos 20, não teve jeito, a rede balançou! Bruno Mota aproveitou o cruzamento, a zaga bobeou e mandou de cabeça pro gol. Esse foi o primeiro gol do meio-campista do Atlético, pelo time profissional. Com isso, o Nacional tentou tirar o prejuízo, tocava a bola, tentava encontrar espaços, mas não conseguia criar oportunidades. O jogo ficou truncado, o Furacão tinha a bola, mas não criava jogadas e o Nacional não conseguia chegar no campo do Atlético. A única jogada de perigo foi a do gol mesmo! Um primeiro tempo com um nível técnico bem baixo.

No segundo tempo o Nacional acordou, aos 4 minutos, Tcharlles fez boa jogada cruza para o gol, a bola quica, Paulinho tenta fazer o gol, mas Weverton chega e defende. Aos 7, ele de novo, Tcharlles com uma boa jogada, chutou de fora área, a bola passou perto do canto esquerdo e o goleiro do Atlético defendeu bem. O Nacional continuou pressionando o rubro-negro, com boas chances dava trabalho para Weverton, mas a melhor delas e mais perigosa aconteceu com 17 minutos, Vieira fez boa jogada, mas na hora de finalizar furou e perdeu uma boa chance de empatar. O jogo seguiu e o Atlético deu sua resposta com Nikão, que criava as melhores chances, e aos 30 quase marcou. Nikão aproveitou o lançamento e de cabeça mandou pro gol, mas a bola foi no travessão. Nesse lance o goleiro Allyson do Nacional, se chocou com a trave e ficou desacordado. Recebeu atendimento e foi substituído. Como só havia uma ambulância no estádio e ela foi usada para levar o goleiro do Nacional para o hospital, o jogo ficou parado até ela retornar. E quando a partida reiniciou, Paulinho criou duas boas chances, mas que alterasse o placar. Não havia mais tempo e clima para nada. A vitória veio, no entanto o futebol bonito não!.

Na próxima partida o Furacão pega o Rio Branco, em Paranaguá, no Gigante do Itiberê, às 18;30. Se vencer chega a terceira vitória seguida, fica mais perto de garantir sua permanência na elite e do título (simbólico) do Torneio da Morte!



         

terça-feira, 7 de abril de 2015

Pressão do início ao fim, da torcida

O Atlético iniciou sua trajetória no Torneio da Morte neste domingo, contra o Prudentópolis, diante da pressão da torcida rubro-negra para se livrar do vexame de ser rebaixado no campeonato. A partida era marcada também pela estreia da tecnologia instalada na arena da Baixada: a primeira vez que o teto retrátil seria utilizado. A tecnologia foi tanta que fechou o estádio para excluir o mal tempo, mas se empolgou e evitou também o bom futebol que se era esperado!

O JOGO

A pressão era encima do elenco atleticano. Uma vitória era mais do que obrigatória, mas a torcida esperava que ela viesse de forma incontestável! O time de Enderson Moreira para enfrentar o Prude sofreu uma baixa pouco tempo antes da partida começar: o volante Deivid sentiu dores musculares e foi vetado pelo DM (Departamento Médico). O jogo se inicia e logo no primeiro minuto, a equipe visitante leva muito perigo ao gol de Weverton. Gustavo faz bela jogada pela esquerda, dá um drible – ou dibre -  desconcertante e chuta em direção ao gol. A bola desvia em Gustavo e passa muito perto da trave. O Tigre, como é conhecido no interior, faz uma pequena pressão, faz das bolas aéreas sua arma principal e cria algumas chances nos primeiros cinco minutos. Mas aos 6, na primeira jogada do Atlético, Eduardo trabalha a jogada próximo à grande área, joga a bola para Felipe na direita que, com categoria cruza na medida para Douglas Coutinho finalizar de cabeça, e abrir o placar! Com o gol o Furacão criou uma postura tranquila na partida e o Prude avançou ao ataque, deixando a torcida atleticana irritada. Com jogadas de linha de fundo e bolas alçadas na área, aos poucos a equipe visitante foi tomando conta do jogo. Weverton vinha sendo acionado várias vezes e com defesas tranquilas, garantia o zero no placar rubro negro. Mas aos 23 veio um lance “polêmico”. Numa cobrança de escanteio, o meia Wellignton desvia de cabeça e o goleiro atleticano faz um milagre e tira sob a linha do gol: pelo menos foi essa a decisão que o bandeirinha tomou no momento. O time de Prudentópolis reclamou que a bola já teria ultrapassado a linha da meta adversário, assim totalizando em gol. Quem assistia pela TV também teve a nítida impressão de gol, mas como não temos o recurso tecnológico nos estádios (ainda bem), o placar permaneceu favorável ao Furacão! Após o susto, o jogo fica morno, as equipes se equilibram e poucas chances aparecem. Marcos Guilherme pelo lado do Atlético, e Lucas pelo Tigre, arriscam de fora da área, mas ambos sem sucesso. Assim se foram as oportunidades do primeiro tempo, que acaba sobre protesto da galera rubro negra.

Insatisfeito com o que o time pouco apresentou, Enderson substituiu Bady por Caíque, para dar mais movimentação no ataque. Nos primeiros movimentos da partida jpa víamos que a tônica seria parecida com aquilo que se executava no primeiro tempo. Prudentópolis aproveitando as laterais e fazendo cruzamentos e o Atlético marcando e explorando a criação no meio campo. A primeira oportunidade de gol foi do time visitante: aos 3 minutos, em cobrança de falta, Lugano tenta de cabeça, Weverton faz boa defesa e no rebote, Serjião camisa 9 fura, e desperdiça de forma incrível o gol. O furacão se reanima no jogo e vai pincelando as jogadas no meio campo. E, aos 7 minutos, Caíque que acabara de entrar no intervalo, recebe bom passe de Marcos Guilherme, e com chute mascado consegue o segundo tento para o Atlético. Com o placar assegurado e por contar com um elenco que tem mais qualidade de que seus adversários neste torneio, a torcida rubro negra viu que o time não necessita de muitos esforços para se livrar do rebaixamento. Mas ela pressionará o time para que mostre um futebol convincente para “limpar a imagem” negativa que a participação neste torneio traz para o clube e prosperar algo útil no campeonato nacional. O jogo ficou morno de certa forma que ambas as equipes não esperavam a hora do jogo se encerrar, para que a próxima rodada chegasse e a sorte fosse lançada novamente.

O Torneio da Morte consiste em rodadas de turno e returno, e quem somar menos pontos nesta edição, não sobreviverá! O próximo passo para continuar na elite do futebol paranaense, o Furacão vai à Rolândia enfrentar o Nacional, na quinta-feira, às 19:30. 


domingo, 5 de abril de 2015

Um empate amargo

Enfim chegou esse, que na teoria iria ser o primeiro jogo do time principal na temporada, mas que por alguma razão isso não aconteceu. Entrou antes do previsto (estreou no Campeonato Parananense, no jogo contra o Foz) e infelizmente ainda não jogou um bom futebol, com uma campanha ruim (três vitórias, dois empates e seis derrotas), não se classificou e agora disputará o Torneio da Morte. Mas esse era o jogo da mudança, a chance que o Atlético precisava para dar a volta por cima! Era a estreia na Copa do Brasil, uma outra competição, talvez era isso que iria dar "liga" no time, mas as coisas não aconteceram como o esperado. 

O JOGO

O jogo começou e logo no início da partida o Remo mostrou que iria dar trabalho, criou jogadas e aproveitando a sua torcida, partiu para cima. Para tentar buscar o seu gol, o Furacão começou a trocar passes, então aos 7 minutos surgiu a primeira chance, com uma cobrança de falta, mas Bady cobrou mal e a bola foi longe do gol. Então o Remo respondeu aos 13, Eduardo Ramos aproveitou uma sobra de bola, chutou de esquerda, de fora da área, mas mandou longe do gol. A partida estava ficando "truncada", poucas chances e muita marcação, até que aos 19 minutos o Remo quase abriu o placar: Eduardo Ramos recebeu cruzamento de Rony e de primeira mandou pro gol, porém a bola foi na trave. O Atlético estava perdido em campo, o time paraense percebeu essa fragilidade e o Remo criava suas chances, no entanto o rubro-negro respondeu: aos 27 minutos, Lucas Olaza cruzou, Delatorre tentou de primeira e a bola foi na trave esquerda do Fabiano. Após isso os times foram tentando criar suas chances, o Remo com Eduardo Ramos e Rony e da parte do Atlético Lucas Olaza estavam se destacando, mas nada que mudasse o placar. Então nos minutos finais o Remo conseguiu dois bons momentos com Val Barreto, aos 42, com um bom chute de canhota e no minuto 45, com Alberto, que recebeu passe de Eduardo Ramos e mandou uma bomba à esquerda do gol. Essa foi a última chance de gol no primeiro tempo.

No segundo tempo, ele veio: o gol, e bem rápido! Douglas Coutinho faz boa jogada, chuta, o goleiro defende e no rebote Delatorre chutou na mão de Ciro Sena, o juiz deu pênalti (tudo isso aconteceu com um minuto de jogo). Felipe cobrou e abriu o placar. O jogo seguiu os times criavam suas chances, o Remo buscava o empate e o Atlético precisava fazer mais um gol, para eliminar o jogo de volta, mas quem chegava com perigo era o time paraense. O Furacão estava se segurando, porém o Remo dominava as ações da partida. Até que não teve jeito, aos 30 minutos Eduardo Ramos cruzou na medida para Igor João, que de cabeça mandou pro gol, para alegria da torcida! Com o empate o rubro-negro teria que fazer mais 2 gols para eliminar o jogo de volta. Não foi o que aconteceu. Remo tomou conta do jogo e partiu para cima em busca da virada, o Furacão recuou e o time paraense aproveitou. Criou várias chances mas nenhuma resultou em gol. E não tinha mais tempo para nada. O juiz apitou e o Atlético ficou no empate. E com isso não eliminou o jogo de volta, que acontece dia 16, na Arena da Baixada. Desta forma o rubro-negro pode empatar sem gols, por causa do gol fora de casa, que se classifica.

Na próxima partida o Atlético, encara o Prudentópolis, na estreia do Torneio da Morte, às 18:30, na Arena da Baixada. E assim tem a chance de recomeçar, buscar o bom futebol e finalmente se redimir com a sua torcida.

        

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Tabelas

Então pessoal para todo mundo ficar informado, nesse post vamos trazer a tabela final da primeira fase, do Torneio da Morte e claro a do mata-mata! E algumas explicações para todo mundo ficar por dentro de tudo que vai acontecer no Campeonato Paranaense 2015, a partir de agora.

Tabela final da primeira fase

  
Fotos: http://globoesporte.globo.com/pr/futebol/campeonato-paranaense/index.html

Torneio da Morte 


DESCENSO OU TORNEIO DA MORTE

As quatros últimas equipes desta classificação da primeira fase, logo aquelas que não se classificaram para a disputa do título, farão parte do Torneio da Morte. Essa nova fórmula incrementa ainda mais uma disputa esquentadíssima para evitar a queda de dois clubes para a segunda divisão paranaense. Nesse seleto grupo estão o Prudentópolis, que somou apenas 3 pontos em 11 jogos; Nacional de Rolândia que pontou 4 vezes; Rio Branco com campanha de 10 pontos; e a surpresa negativa da competição: Atlético que somou 14 pontos e abriu o grupo do descenso.

O regulamento determina que estes quatros clubes iniciem a tabela com pontos zerados. Serão confrontos de pontos corridos, com turno e returno. Os dois clubes que somarem a menor quantidade de pontos nesse torneio serão rebaixados, assim participarão da segundo divisão do Paranaense, em 2016, abrindo duas vagas aos clubes que tiveram melhor participação na categoria de acesso à elite do futebol do estado.

Os jogos já se iniciam neste final de semana de Páscoa, com bons jogos tanto pela briga ao título quanto à permanência na primeira divisão!

Mata-mata



O mata-mata é definido da seguinte forma: utiliza-se a classificação da primeira fase, nela os que ficaram do primeiro ou oitavo lugar se classificam. Os confrontos são divididos assim: primeiro x oitavo, segundo x sétimo, terceiro x sexto e quarto x quinto. Lembrando que do primeiro ao quarto lugar faz o segundo jogo em casa. Após as quartas, temos as semifinais e a final do Paranaense. Que assim que forem definidas serão colocadas nesse post!

terça-feira, 31 de março de 2015

Agora é matar ou morrer!

Antes mesmo de pisar no estádio do Café o Furação já sentia que fugir do torneio da morte, para alcançar a classificação para a fase final, seria uma missão quase impossível! Além de depender de uma combinação de resultados. E mais por causa dessa obrigação de vencer, o Atlético contava que nessa partida, o time finalmente iria vencer e convencer, algo que não aconteceu durante todo o Campeonato Paranaense. 

O JOGO

Com o esquema tático feito por Enderson Moreira para atacar desde o início do jogo, a proposta do Atlético era um 4-3-3 com Dellatorre no lugar de Marcos Guilherme, que representava a seleção olímpica em amistosos. Mas logo na saída de bola já dava para perceber que o rubro negro teria dificuldades no setor do meio campo. No primeiro lance do jogo vimos uma bela troca de passes da equipe do Londrina, que com seis toques de primeira já tinha deixado Kanu em ótima posição para concluir a gol, mas pela falta de técnica do atacante do tubarão e ótima saída de Weverton, o gol dos mandantes não saiu. Aos poucos o jogo foi ficando mais quente. Jogadas mais duras vinham sendo frequentes nos primeiros dez minutos. Aí apareceu o fator que deixaria a partida mais intensa: gol do Cascavel. Como o Furacão dependia da sua vitória e um tropeço da Serpente diante do Foz, este gol anunciado aos 11 minutos mexeu com os nervos atleticanos. Mas a resposta veio rápida, numa bela cobrança de falta, Hernani manda um balaço no travessão e assusta a torcida do LEC. No entanto, se enganava quem achou que o jogo esquentaria tecnicamente. O Londrina passou a cozinhar o jogo e a pressa de buscar o resultado atrapalhava o Atlético. Aos 22 minutos o som do estádio do Café anunciava o gol de empate do Foz, aumentando as esperanças da torcida rubro negra, mas a equipe dentro de campo não fazia nada para merecer a classificação.

Na volta do intervalo Cláudio Tencati - comandante do Londrina – promoveu a volta de Arthur ao time na substituição com o meia atacante Paulinho. Já o Furacão lançou Bruno Motta no lugar de Cléo para dar mais criação no meio campo, o que realmente faltou na primeira etapa. Aos poucos o jogo foi pegando ritmo de decisão novamente. O Atlético preenchia lacunas no meio de campo, mas deixava brechas, onde o Londrina explorava bem o contra-ataque. Depois de sete minutos de bola rolando, num bate rebate dentro da área, Dellatorre desperdiça a primeira oportunidade do segundo tempo. Instantes depois numa cobrança de lateral rápida do tubarão, Arthur, que acabara de entrar no jogo, recebe uma bola na intermediária e pega a defesa em linha. Sozinho e com velocidade, o atacante dispara em direção ao gol. Frente a frente com o arqueiro atleticano e com um toque sutil de cavadinha, abriu o placar no interior do estado. Já estava difícil criar jogadas com o placar zerado, agora com o gol do Tubarão, tudo ficava ainda mais complicado. Então o Atlético se lançou ao ataque e cedeu ainda mais espaço para o Londrina. Aos 22 minutos Enderson Moreira colocou Douglas Coutinho no lugar de Bady, mas a substituição não surtiu nenhum efeito. O Tubarão voltou a tomar conta do setor de criação e cozinhou o jogo até o final. Sem forças para uma reação ou pressão e com gritos de “vergonha, time sem vergonha” de sua torcida, o Atlético via sua participação no torneio da morte se consolidando.

Após o apito final, Douglas Coutinho disse: “não adianta pensar que perdemos a classificação nesse jogo. Foi punição pelo nosso campeonato”.  Agora o Furacão tem  a obrigação de vencer e convencer nas rodadas do tenebroso torneio da morte!

Na próxima partida o Furacão troca o “chip”, faz sua estreia na Copa do Brasil, e pega o Remo, no Mangueirão, em Belém do Pará, ás 21:50. Lembrando que se o Atlético vencer por 2 gols de diferença ou mais, elimina o jogo de volta.




É não foi fácil o caminho do Furacão nesse campeonato (e no fim ainda foi atacado pelo Tubarão), faltou futebol, planejamento e sobraram erros, a consequência disso é disputar o Torneio da Morte. Essa é a chance de arrumar as coisas, ver o que está errado, planejar o time e por fim (mais importante) se redimir com a torcida. E outra coisa pessoal esse texto é do Willian, tava me apropriando indevidamente kk, então tá ai parceiro seus créditos.