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sábado, 25 de abril de 2015

Depois de muito, mas muito, sufoco. Classificado!!

Chegou a hora! Depois de um empate lá no Mangueirão, o Atlético não precisava nem ganhar, um zero a zero traria a classificação, mas não foi bem assim, o Remo, bem desfalcado, conseguiu surpreender o Atlético (assustou a torcida rubro-negra) e arrancou um empate na Arena, 1x1, que levou para uma emocionante disputa de pênaltis. A disputa só terminou quando o Remo desperdiçou o pênalti decisivo e assim a noite terminou com um final feliz e com muitas vaias da torcida atleticana.

O JOGO

Logo no início da partida o Atlético mostrou que queria ganhar o jogo, partiu para cima, o Remo se defendia. Aos 3 minutos, a primeira chance do Furacão no jogo, Felipe cobrou o escanteio e Gustavo cabeceou para fora. Não parou por ai, aos 4, mais uma chance, Bruno Mota faz lançamento para Douglas Coutinho, que chuta cruzado, mas a bola passa raspando na trave, e então o Remo reage, com 8 minutos, Rony faz boa jogada, chuta bem, mas Weverton faz uma defesa tranquila, mas quem queria fazer o gol era o Atlético, aos 13 quase que ele veio, Bruno Mota passa para Marcos Guilherme que invade a área e chuta bem a bola passa muito perto do gol, defendido por Fabiano. Até que finalmente ele veio!, o gol, com 19 minutos de jogo, Felipe cruza e Lula, sem marcação, cabeceia e manda pro fundo do gol. Com o gol o Atlético estava garantindo sua classificação, mas continuou em cima, criou algumas chances, mas nada que mudasse o placar. Então o Remo tenta empatar o jogo, Rony é parado com falta por Lula, Mateus carioca cobra a falta, mas manda a bola na barreira, aos 34, o rubro-negro responde, Felipe cobra o escanteio, a bola fica na área, Lula tenta mandar para o gol, mas fura e depois de uma confusão, a bola bate no braço do Lula e o juiz da falta. Nada que abalasse o Furacão que queria matar o jogo, no minuto 38, Felipe aproveita o cruzamento, de canhota chuta forte, mas a bola vai na trave. Após isso o Atlético continuou pressionando, mas o segundo gol iria ficar mesmo pro segundo tempo.

O segunda parte da partida, começou como a primeira, com o Atlético pressionando, logo aos 4, uma boa chance, Felipe cobra o escanteio e Gustavo desvia, mas a bola vai para fora. No entanto quem estava mais ligado nesse segundo tempo, era o Remo. Aos 8 minutos, após cobrança de falta, Weverton afasta a bola, mas ela vai nos pés de Felipe Macena, volante do Remo, que aproveita a oportunidade e manda pro gol, a bola desvia no caminho, engana Weverton e vai pro fundo do gol. Com o empate por 1 a 1 o jogo iria para as penalidades, o Remo "curtiu" o jogo, continuou em cima, mas não conseguiu mudar o placar. Até que aos 17, veio a resposta, Edigar Junio aproveitou o cruzamento de Eduardo, mas chutou em cima de Douglas Coutinho, e não parou por ai, Felipe cobrou o escanteio e Gustavo cabeceou, mas a bola vai para fora (jogadinha que aconteceu três vezes, o Gustavo ta querendo o dele), mas aos 27 veio a resposta, Levy cobra bem a falta, Weverton leva um susto e manda para escanteio. E a equipe do Pará veio de novo, com 29 minutos, Levy cruza, Paty aproveita e faz um lindo voleio, mas a bola raspa no travessão. O Atlético tentava responder, mas não conseguia furar a defesa do Remo e errava muitos passes. A partida estava chegando ao fim, o juiz deu 5 minutos de acréscimo, então veio aquele bombardeio atleticano, aos 46,  Edigar Junio recebe boa bola, mas Fabiano defende bem. Aos 47, Eduardo cruza na área, Marmentini chuta forte, mas a bola vai para fora. Assim essa foi a última chance do jogo, que por causa do resultado de 1 a 1, iria para os pênaltis.

PENALIDADES

Foras necessárias doze cobranças para definir quem iria avançar para a próxima fase da Copa do Brasil, Pelo lado do Atlético 5 acertos e um erro (Jadson que estava estreiando, mandou para a lua) e no Remo das 6 cobranças 4 acertos e dois erros. Alex Ruan mandou no travessão, junto com o erro de Jadson do Atlético e isso levou para as cobranças alternadas, nela Rafinha cobrou bem e converteu seu pênalti, jogando a responsabilidade, para Ilailson do Remo, que teria que converter para continuar as cobranças, mas isolou seu pênalti. Assim depois de muito sufoco o Atlético se classificou!!

Na próxima partida tem jogo pelo Torneio da Morte, o Atlético encara novamente o Rio Branco, mas na Arena da Baixada, ás 18:30, se vencer praticamente se garante na primeira divisão do Campeonato Paranaense de 2016.



quinta-feira, 16 de abril de 2015

Um golaço que salvou o jogo!

Em busca de sua terceira vitória seguida no Torneio da Morte. O Atlético encarou o Rio Branco, esse teoricamente era o adversário mais difícil, porém o time estava devendo e muito (principalmente pelo nível de futebol apresentado contra o Nacional e o Prudentópolis) essa era a chance do time vencer e convencer. Com uma vitória praticamente iria garantir a permanência na elite, porém ela não veio. No lugar dela um empate sofrido (com um golaço do Felipe) e um conformismo preocupante por parte dos jogadores do Atlético com o resultado!

O JOGO

Logo no início o Atlético mostrou que queria vencer (assim como nas outras partidas, partiu para cima no começo do jogo) com três minutos, Eduardo cruzou para Douglas Coutinho, que tentou um cabeceio por cobertura, mas mandou para fora. Aproveitando que o Rio Branco ainda não tinha se encontrado no jogo, o Furacão continuou pressionando, aos 6, Felipe recebe a bola, arrisca de fora da área, de bico, mas o goleiro defende. Até que aos 12, o Rio Branco acordou, Josi cobrou uma falta, mas mandou lá na arquibancada (foi a primeira chance da equipe mandante no jogo!), mas aos 14 quase que rede balançou, Josi cruzou rasteiro, Natanael se enrolou, a bola sobrou para Roger Guerreiro, que driblou o Otávio duas vezes, mas chutou para fora. O jogo seguiu as equipes criavam chances, mas nenhuma "deu boa". Até que aos 24 minutos, Jean cruzou na medida e Junior Goiano, de cabeça, mandou pro gol. Com o gol tomado o Atlético partiu pra cima, tentou furar o bloqueio da equipe de Paranaguá. Aos 33 quase conseguiu, Natanael cruzou e Douglas Coutinho cabeceou para fora. Com 38 de jogo, mais uma chance, Felipe cobrou o escanteio, Otávio cabeceou, mas Enderson defendeu (o bandeirinha já havia assinalado o impedimento). O Rio Branco respondeu, com uma pintura, aos 41 minutos, Roger dá uma linda bicicleta, mas Weverton defende. E aos 45 o juiz apitou, sem acréscimos mesmo.

O segundo tempo começou eletrizante, com um minuto de jogo, Marcos Guilherme cruzou e Lula quase empatou o jogo, mas cabeceou para fora. O Rio Branco respondeu, Roger criou duas oportunidades, na primeira ele passou para Oberdan, que cruza errado e manda para fora e a segunda levantou na área para Josiel, mas ele não alcançou a bola. Com 6 minutos, o empate veio, com um chutaço de Felipe, que recebeu passe na intermediária e chutou pro gol (Um golaço, uma pintura!). Após o embate o jogo caiu de ritmo, as duas equipes tentaram criar, mas estavam sem inspiração. O Atlético se segurava e ficava com bola. Então aos 23 minutos, quase o segundo gol do Furacão, Douglas Coutinho recebeu dentro da área, mas chutou em cima do goleiro. Em seguida veio a resposta, aos 26, Roger Guerreiro chapelou Otávio, tentou driblar o goleiro do Atlético, mas na hora de finalizar chutou em cima do Weverton! O Atlético respondeu, aos 33 minutos, Marcos Guilherme tocou para Felipe, bateu colocado, mas a bola foi para fora. No decorrer da partida, o Atlético controlou o jogo, com isso segurou o Rio Branco e garantiu um pontinho em Paranaguá. Com esse resultado ficou na liderança do Torneio da Morte e praticamente não corre mais riscos de ser rebaixado.

Na próxima partida tem jogo importante na Arena da Baixada!, o Atlético encara o Remo, pelo jogo de volta na Copa do Brasil, às 19:30. Pode se classificar até com um 0 a 0, se empatar em 1x1 a decisão será nas penalidades, se vencer se classifica e se perder a vaga vai para o Remo.








            

domingo, 5 de abril de 2015

Um empate amargo

Enfim chegou esse, que na teoria iria ser o primeiro jogo do time principal na temporada, mas que por alguma razão isso não aconteceu. Entrou antes do previsto (estreou no Campeonato Parananense, no jogo contra o Foz) e infelizmente ainda não jogou um bom futebol, com uma campanha ruim (três vitórias, dois empates e seis derrotas), não se classificou e agora disputará o Torneio da Morte. Mas esse era o jogo da mudança, a chance que o Atlético precisava para dar a volta por cima! Era a estreia na Copa do Brasil, uma outra competição, talvez era isso que iria dar "liga" no time, mas as coisas não aconteceram como o esperado. 

O JOGO

O jogo começou e logo no início da partida o Remo mostrou que iria dar trabalho, criou jogadas e aproveitando a sua torcida, partiu para cima. Para tentar buscar o seu gol, o Furacão começou a trocar passes, então aos 7 minutos surgiu a primeira chance, com uma cobrança de falta, mas Bady cobrou mal e a bola foi longe do gol. Então o Remo respondeu aos 13, Eduardo Ramos aproveitou uma sobra de bola, chutou de esquerda, de fora da área, mas mandou longe do gol. A partida estava ficando "truncada", poucas chances e muita marcação, até que aos 19 minutos o Remo quase abriu o placar: Eduardo Ramos recebeu cruzamento de Rony e de primeira mandou pro gol, porém a bola foi na trave. O Atlético estava perdido em campo, o time paraense percebeu essa fragilidade e o Remo criava suas chances, no entanto o rubro-negro respondeu: aos 27 minutos, Lucas Olaza cruzou, Delatorre tentou de primeira e a bola foi na trave esquerda do Fabiano. Após isso os times foram tentando criar suas chances, o Remo com Eduardo Ramos e Rony e da parte do Atlético Lucas Olaza estavam se destacando, mas nada que mudasse o placar. Então nos minutos finais o Remo conseguiu dois bons momentos com Val Barreto, aos 42, com um bom chute de canhota e no minuto 45, com Alberto, que recebeu passe de Eduardo Ramos e mandou uma bomba à esquerda do gol. Essa foi a última chance de gol no primeiro tempo.

No segundo tempo, ele veio: o gol, e bem rápido! Douglas Coutinho faz boa jogada, chuta, o goleiro defende e no rebote Delatorre chutou na mão de Ciro Sena, o juiz deu pênalti (tudo isso aconteceu com um minuto de jogo). Felipe cobrou e abriu o placar. O jogo seguiu os times criavam suas chances, o Remo buscava o empate e o Atlético precisava fazer mais um gol, para eliminar o jogo de volta, mas quem chegava com perigo era o time paraense. O Furacão estava se segurando, porém o Remo dominava as ações da partida. Até que não teve jeito, aos 30 minutos Eduardo Ramos cruzou na medida para Igor João, que de cabeça mandou pro gol, para alegria da torcida! Com o empate o rubro-negro teria que fazer mais 2 gols para eliminar o jogo de volta. Não foi o que aconteceu. Remo tomou conta do jogo e partiu para cima em busca da virada, o Furacão recuou e o time paraense aproveitou. Criou várias chances mas nenhuma resultou em gol. E não tinha mais tempo para nada. O juiz apitou e o Atlético ficou no empate. E com isso não eliminou o jogo de volta, que acontece dia 16, na Arena da Baixada. Desta forma o rubro-negro pode empatar sem gols, por causa do gol fora de casa, que se classifica.

Na próxima partida o Atlético, encara o Prudentópolis, na estreia do Torneio da Morte, às 18:30, na Arena da Baixada. E assim tem a chance de recomeçar, buscar o bom futebol e finalmente se redimir com a sua torcida.

        

sábado, 4 de abril de 2015

“Troca de chip” traz vantagem ao Tricolor

Depois de celebrar a classificação à fase final do estadual, o Tricolor da Vila Capanema muda o foco durante a semana e estreia na Copa do Brasil, contra o Jacuipense. Vitória magra em solo baiano não elimina jogo de volta, mas traz boa vantagem ao Paraná.

O JOGO

O técnico Luciano Gusso poupou algumas das principais peças do elenco por conta do desgaste físico e para poder continuar com força total na disputa do título estadual. A equipe paranista que entrou em campo na estreia da Copa do Brasil nesta quarta-feira, teve uma motivação especial: caso o clube conseguisse avançar logo no jogo de ida, ganharia uma premiação de R$ 240 mil – convenhamos que para uma equipe com crise financeira, não é nada mal! Mas logo quando a bola rolou já dava para ver que seria difícil arrancar bons frutos nesta partida. Lucas Sotero e Marcos Serrato tomavam a iniciativa de criação pelo lado tricolor, mas o campo irregular prejudicava o andamento do jogo e a bola mal chegava ao ataque. A primeira tentativa de abrir o placar apareceu aos 7 minutos, com Lucas Sotero, onde invadiu a área e chutou cruzado. Com um equilíbrio defensivo e proposta de jogar no contra-ataque, a equipe do interior baiano neutralizava bem o setor de criação do Paraná, e aos poucos ia explorando os vacilos da equipe paranista. Mas ficou por isso só, nada mais foi criado com perigo por nenhuma das equipes na primeira etapa.

No complemento do jogo nos minutos iniciais, o time da Vila esboçou uma pressão com chutes de fora da área, jogadas em velocidade e cruzamentos, mas nenhuma que chegasse a conclusão de gol. E dessa forma o time do Jacuipense cresceu na partida e, aos 7 minutos da segunda etapa criou a primeira grande oportunidade: Marclei recebeu bola em profundidade e saiu frente a frente com o arqueiro tricolor, mas desperdiçou concluindo para fora. Marcos foi sendo acionado aos poucos e com belas defesas foi segurando o zero no placar, favorável ao Paraná. Uma das defesas Marcos foi exigido por um arremate de fora da área, onde Ananias contou com um desviou na zaga. Logo em seguida Luciano Gusso ordenou uma nova postura do seu time em campo, e a equipe aderiu. Utilizou de mais bolas em velocidade e boas trocas de passes no meio campo. Aos 24 minutos, Carlinhos manda uma bomba em direção ao gol e esbarra em grande defesa do goleiro do time baiano. Aí apareceu o ‘dedo do técnico’: comandante tricolor saca Sotero e promove Yan Phelippe – cria da base. Jovem atacante entrou nos minutos finais da segunda etapa e colocou fogo na partida com boas movimentações no campo. Ananias mais uma vez levou perigo à meta paranista com um chute na trave, com outra defesa do goleiro Marcos. Depois desse lance o Paraná tomou conta do restante da partida, com boas tramas no setor ofensivo e belas chances de gol. E no minuto 35, Ricardinho alça bola na grande área para o Yan Phelippe, que de cabeça, arremata ao gol e abre o placar. É o primeiro gol do atacante pelo profissional! Com a vantagem no placar a equipe cozinhou o jogo e esperou o apito final para celebrar a vitória.

Com o resultado de 1x0 favorável no placar, Paraná não eliminou a partida de volta, mas trouxe para Curitiba uma boa vantagem para se classificar à segunda fase da competição nacional. Agora com um resultado de igualdade no dia 15 de abril, diante de seu torcedor na Vila Capanema, a equipe tricolor passará adiante. Caso o resultado se inverta e o Jacuipense vença pelo placar mínimo, a vaga será decidida nos pênaltis.


O próximo confronto do Paraná será válido pelas quartas de final do estadual, diante o Operário, no Couto Pereira, neste sábado às 18:30.


E aqui vai um link para galera conhecer um pouco mais do Tigre da Vila, o Saulo.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

E que venha o mata-mata!

Esse era um dos jogos mais esperados, por ser um clássico e também por toda a polêmica sobre onde iria ser a partida (que no final foi decidido que iria ser na Vila Capanema mesmo, porém com portões fechados), além é claro de ser a chance dos dois times fecharem, com chave de ouro, a primeira fase. Tinha tudo para ser um bom jogo, mas não foi, uma pena! Quem sabe esse jogaço acontece no mata-mata?

O JOGO

A expectativa era de um clássico disputado e de bom futebol, os primeiros minutos já davam um indício que seria, apesar de ser um jogo sem torcida (que muitas vezes é o décimo segundo jogador), do Coritiba não ter ido com força máxima e do Paraná estar sem a sua zaga titular. Logo no primeiro minuto surgiu a primeira chance, Lucas Otávio cruzou para o Rafhael Lucas, que chutou, o goleiro Marcos defendeu e no rebote Cáceres perdeu a oportunidade de abrir o placar, em seguida o Paraná respondeu. Aos 4 minutos, Ricardinho chutou cruzado e forte, a bola balançou a rede, mas pelo lado de fora. As chances vinham aparecendo, o jogo estava bem disputado. Aos 25 min o Vaná mostrou qualidade, Rossi recebeu lançamento do Lúcio Flávio e de primeira mandou pro gol, o goleiro do Coxa no reflexo defendeu. Como a síntese do jogo era toma lá da cá, no minuto 28, Rafhael Lucas recebeu na pequena área, chutou, mas o zagueiro Bianor salvou o Tricolor. Numa última tentativa de abrir o placar, no primeiro tempo, Rafhael Lucas aproveitou a cobrança de falta, cabeceou, mas novamente a defesa do Paraná apareceu, tirou em cima da linha e impediu o gol. Depois de todas essas chances o gol, tanto para o Paraná Clube ou para o Coritiba, parecia uma questão de tempo.

No segundo tempo, as duas equipes começaram com tudo, mas quem teve a chance mais clara de abrir o placar, foi o Tricolor. Com 12 minutos de jogo, Rossi invadiu a área alviverde, chutou forte e mais uma vez o Vaná salvou. E então chegou uma expectadora para o jogo: a chuva! No entanto nem ela parecia que iria impedir a fluidez do jogo. Lúcio Flávio cobrou a falta aos 23, e o volante Jean de cabeça mandou no travessão, e então infelizmente essa foi a última grande chance de tirar o zero do placar. Após ela, Yan, atacante do Tricolor, até tentou mudar o jogo, aos 34 quando cruzou para o Marcos Serrato, porém ele mandou por cima do gol do Vaná e aos 45 quando recebeu uma bola, mas estava impedido. E então assim como aquela tarde de domingo chuvosa e sem graça, terminou o jogo.

Agora não tem mais espaço para os erros, agora é mata-mata. Um jogo em casa e outro fora e quem perder está fora! Se a primeira fase tinha um clima mais festivo e não havia pesava tanto uma derrota, agora é diferente, o clima é mais tenso, e as equipes vão com tudo para vencer. E que venham os jogaços!

Na próxima partida o Coritiba vai para Cascavel, encara a Serpente pelo jogo de ida, no Olímpico Cascavel, ás 16 hrs. Já o Paraná Clube pega o Jacuipense, no Valfredão, na Bahia, fazendo a sua estreia na Copa do Brasil, ás 20:30. Lembrando que se vencer por 2 ou mais gols de diferença, elimina o jogo de volta, na Vila Capanema.


              O Paraná Clube começou o ano cercado de dúvidas sobre o time, técnico e principalmente sobre as questões extra-campo (crise financeira). Após um início bem irregular de campeonato, o time pegou ritmo, mostrou um instinto matador fora de casa e com um belo trabalho do técnico Luciano Gusso, no qual ele finalmente fez aquilo que todos esperavam, colocou a base para jogar, e tirou o máximo do elenco que dispõe. Isso explica o bom campeonato que o Paraná fez e a classificação merecida.

Já o Coritiba entrou no Paranaense 2015 com o objetivo de se redimir pela campanha do ano passado, e logo no começo mostrou que veio para ser campeão. Tropeçou uma única vez, para o Foz, mas depois se recuperou engatou uma sequência de vitórias, para ultrapassar o Jotinha (até então era líder), quando tomou a ponta, no confronto direto. Continuou jogando bem e terminou a primeira fase num empate contra o Paraná (aliás que está nesse post). Tudo isso só foi possível porque os reforços deram liga, o Marquinhos Santos ajeitou o esquema (ainda falta um 10, mas o Negueba está dando conta) e claro tem o artilheiro do campeonato (9 gols), Rafhael Lucas, prata da casa, que aproveitou sua chance e com seus gols ajudou o time, encantou o Paraná com o seu futebol e tem tudo para encantar o Brasil!              

terça-feira, 31 de março de 2015

Agora é matar ou morrer!

Antes mesmo de pisar no estádio do Café o Furação já sentia que fugir do torneio da morte, para alcançar a classificação para a fase final, seria uma missão quase impossível! Além de depender de uma combinação de resultados. E mais por causa dessa obrigação de vencer, o Atlético contava que nessa partida, o time finalmente iria vencer e convencer, algo que não aconteceu durante todo o Campeonato Paranaense. 

O JOGO

Com o esquema tático feito por Enderson Moreira para atacar desde o início do jogo, a proposta do Atlético era um 4-3-3 com Dellatorre no lugar de Marcos Guilherme, que representava a seleção olímpica em amistosos. Mas logo na saída de bola já dava para perceber que o rubro negro teria dificuldades no setor do meio campo. No primeiro lance do jogo vimos uma bela troca de passes da equipe do Londrina, que com seis toques de primeira já tinha deixado Kanu em ótima posição para concluir a gol, mas pela falta de técnica do atacante do tubarão e ótima saída de Weverton, o gol dos mandantes não saiu. Aos poucos o jogo foi ficando mais quente. Jogadas mais duras vinham sendo frequentes nos primeiros dez minutos. Aí apareceu o fator que deixaria a partida mais intensa: gol do Cascavel. Como o Furacão dependia da sua vitória e um tropeço da Serpente diante do Foz, este gol anunciado aos 11 minutos mexeu com os nervos atleticanos. Mas a resposta veio rápida, numa bela cobrança de falta, Hernani manda um balaço no travessão e assusta a torcida do LEC. No entanto, se enganava quem achou que o jogo esquentaria tecnicamente. O Londrina passou a cozinhar o jogo e a pressa de buscar o resultado atrapalhava o Atlético. Aos 22 minutos o som do estádio do Café anunciava o gol de empate do Foz, aumentando as esperanças da torcida rubro negra, mas a equipe dentro de campo não fazia nada para merecer a classificação.

Na volta do intervalo Cláudio Tencati - comandante do Londrina – promoveu a volta de Arthur ao time na substituição com o meia atacante Paulinho. Já o Furacão lançou Bruno Motta no lugar de Cléo para dar mais criação no meio campo, o que realmente faltou na primeira etapa. Aos poucos o jogo foi pegando ritmo de decisão novamente. O Atlético preenchia lacunas no meio de campo, mas deixava brechas, onde o Londrina explorava bem o contra-ataque. Depois de sete minutos de bola rolando, num bate rebate dentro da área, Dellatorre desperdiça a primeira oportunidade do segundo tempo. Instantes depois numa cobrança de lateral rápida do tubarão, Arthur, que acabara de entrar no jogo, recebe uma bola na intermediária e pega a defesa em linha. Sozinho e com velocidade, o atacante dispara em direção ao gol. Frente a frente com o arqueiro atleticano e com um toque sutil de cavadinha, abriu o placar no interior do estado. Já estava difícil criar jogadas com o placar zerado, agora com o gol do Tubarão, tudo ficava ainda mais complicado. Então o Atlético se lançou ao ataque e cedeu ainda mais espaço para o Londrina. Aos 22 minutos Enderson Moreira colocou Douglas Coutinho no lugar de Bady, mas a substituição não surtiu nenhum efeito. O Tubarão voltou a tomar conta do setor de criação e cozinhou o jogo até o final. Sem forças para uma reação ou pressão e com gritos de “vergonha, time sem vergonha” de sua torcida, o Atlético via sua participação no torneio da morte se consolidando.

Após o apito final, Douglas Coutinho disse: “não adianta pensar que perdemos a classificação nesse jogo. Foi punição pelo nosso campeonato”.  Agora o Furacão tem  a obrigação de vencer e convencer nas rodadas do tenebroso torneio da morte!

Na próxima partida o Furacão troca o “chip”, faz sua estreia na Copa do Brasil, e pega o Remo, no Mangueirão, em Belém do Pará, ás 21:50. Lembrando que se o Atlético vencer por 2 gols de diferença ou mais, elimina o jogo de volta.




É não foi fácil o caminho do Furacão nesse campeonato (e no fim ainda foi atacado pelo Tubarão), faltou futebol, planejamento e sobraram erros, a consequência disso é disputar o Torneio da Morte. Essa é a chance de arrumar as coisas, ver o que está errado, planejar o time e por fim (mais importante) se redimir com a torcida. E outra coisa pessoal esse texto é do Willian, tava me apropriando indevidamente kk, então tá ai parceiro seus créditos. 

sexta-feira, 6 de março de 2015

Prazer, CORITIBA

Bom, como prometido (meio atrasado), está aqui a análise e as curiosidades da estreia do Coritiba na Copa do Brasil.

Curiosidades: A primeira delas vem antes do jogo e fica por conta desta faixa (foto abaixo). Nela acontecem alguns "pequenos" erros sobre o alviverde paranaense. A segunda é que pela quarta vez na carreira o zagueiro Leandro Almeida fez dois gols em uma mesma partida, com isso ele marcou 22 vezes como profissional. E por falar em gols, ele quem fez o gol que salvou o Coxa do rebaixamento no ano passado. É isso ai Leandro, pode fazer os seus golzinhos que a galera gosta! E a última é que todos os gols da partida foram de cabeça.


    Foto: Bonde/http://www.bonde.com.br/                                      


Análise: O Coritiba começou a partida bem, tanto é que abriu o placar com o Wellington Paulista (primeiro gol dele pelo Coritiba), logo aos 5 minutos do primeiro tempo. Após isso tomou alguns pequenos sustos do Villa Nova-MG, mas soube controlar a partida e a "matou" no segundo tempo com os dois gols do Leandro Almeida. O resultado foi exatamente o que o Coxa precisava, pois com ele eliminou o jogo de volta, garantiu uma folguinha. E mostrou que o time está no caminho, porém ainda faltam alguns ajustes, como um meia-armador, o típico camisa 10 para suprir a ausência do Alex e assim garantir a parte de criação do time. 

O próximo adversário do Coritiba na Copa do Brasil vai sair do jogo entre River-PI e Fortaleza, que acontece só em abril, mas domingo, pela sétima rodada do paranaense já tem jogo contra o Londrina, no Couto Pereira.                                                                                                                                                                  

quarta-feira, 4 de março de 2015

Dia de jogo






É isso, brincadeiras à parte, boa sorte para Atlético Paranaense, Coritiba e o Paraná Clube (nosso trio de ferro!!!) nas competições: Campeonato Paranaense, Campeonato Brasileiro (Brasileirão), Série B, Copa do Brasil e Copa Sul-Americana. E hoje começa a Copa do Brasil para o futebol paranaense: o Coritiba joga contra o Villa Nova-MG, às 22 hrs, lá no Estádio Castor Cifuentes, em Minas Gerais. E amanhã tem uma análise e curiosidades sobre a partida, até galera! :)