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terça-feira, 24 de março de 2015

Pintou o 7

Algumas mudanças aconteceram depois daquela derrota dolorida, para o Maringá: troca de técnico, promoção de alguns dos garotos do sub-23 para o time principal. No entanto, a mais esperada pela torcida era a de atitude do time e do futebol apresentado (que estava decepcionante). Dessa forma o rubro-negro entrou em campo precisando mudar a imagem ruim que estava passando, e recuperar a confiança do seu torcedor. E o resultado contribuiu para isso! Na verdade foi o primeiro passo dessa recuperação. Até porque não é todo dia que tem um 7 a 0.

O JOGO

Essa era a chance do Atlético se redimir com a torcida. Vencer e convencer, e isso ficou "na cara" logo no começo quando Gustavo, no primeiro minuto da partida, aproveitou a cobrança de falta do Bady e sozinho mandou forte no canto do goleiro, abrindo o placar. Seguindo no embalo, o furacão foi pra cima e aos 16 minutos, Marcos Guilherme cruzou, o zagueiro do Nacional desviou para o próprio gol - um lance que simboliza a fragilidade da equipe de Rolândia. E aos 23 minutos, Cléo aproveitou a cobrança de falta, de cabeça, e deixou o dele. O Atlético seguiu criando chances, mas aos 44 parecia que o Nacional ia surpreender: Tcharlles driblou dois, quando ia fazer o gol se atrapalhou e perdeu a bola. Realmente não era o dia dele, teve mais uma chance mas perdeu.

 O segundo tempo não foi diferente, logo aos 7 minutos Natanael recebeu um passe, e de direita fuzilou no canto do goleiro. Aos 14, Bady cruzou na cabeça do Edigar Junio e ele sem chance pra Allyson, mandou pro gol. Era o quinto gol! Pouco depois o Allyson fez sua primeira defesa no jogo, e pega o chute do Natanael. O Nacional se segurava para não tomar mais gols até que surgiu mais uma chance para o time de Rolândia, aos 30 minutos, onde Lucas Cardoso desce com velocidade mas na hora de concluir o lance erra feio. Então como quem não faz toma, aos 39 após o escanteio, Cleo cabeceou, o goleiro deu rebote e Delatorre aproveitou, de cabeça, fez o seu gol. E para fechar a goleada, no último minuto do jogo, Delatorre cruzou para o Hernani que fez o sétimo da partida!

 A vitória era necessária. A quantidade de gols foi o que chamou a atenção, pois ela foi consequência da pressão que o time vinha sofrendo, e com ela foi dado o primeiro passo para ajeitar a casa.

Na próxima partida vem pedreira! O Atlético pega o Londrina, às 18:30, no Estádio do Café. Partida importante porque a vitória é fundamental, alem dela o rubro-negro depende do resultado do Cascavel, para poder ir para a próxima fase do Paranaense.





       

quarta-feira, 18 de março de 2015

A Hora do Pesadelo

O Atlético teve a chance de se recuperar, somar três pontos importantíssimos, e tentar conseguir uma vaga para a próxima fase. Mas não foi isso que aconteceu! Um final de tarde que até começou bem. Logo no começo o rubro-negro abriu o placar com um pênalti cobrado por Cléo, porém o que viria depois seria um verdadeiro filme de terror: O Maringá virou o jogo e "acabou" com a noite da torcida atleticana.

JOGO

O Atlético começou bem a partida, criando várias chances com o Rafinha - atacante que estava fazendo sua estreia com a camisa atleticana. Controlava bem o jogo e em consequência disso aos 10 minutos o Maringá cometeu um pênalti, onde o goleiro cometeu falta no Cléo para evitar que ele fizesse o gol. O próprio Cléo cobrou a penalidade com categoria, abriu o placar e fez o primeiro gol do time principal do Atlético no campeonato! Com a vantagem no placar o furacão até criou mais algumas oportunidades, mas que não deram resultado. Quem acordou para o jogo foi o Maringá. Eurico aproveitou uma bobeada do Hernani, cruzou com qualidade para o Edinho e a defesa atleticana "ficou só olhando" e com muita habilidade ele empatou o jogo. Dessa forma começava a noite de terror para o furacão! Um dos responsáveis por ela foi o meia Danilo Rios: ele comandou a zebra que estava "na garganta" do rubro-negro, que nessa altura já demonstrava a fragilidade do elenco, e que no início do segundo tempo ficou escancarada.

 Aos 7 minutos aproveitando outra bobeada da defesa o Maringá virou o jogo. Com um gol de Marcelo Xavier que aproveitou, muito bem, o escanteio. Pronto, ali começava um filme de horror para à torcida atleticana, que impaciente com o time (com razão) protestava nas arquibancadas. Sentindo o clima o Atlético tentou empatar o jogo. Criou muitas chances,mas a bola não entrava e no finalzinho ainda viu o Gabriel Barcos quase fazer um golaço, mas o Weverton fez uma boa defesa. Não havia tempo para mais nada! O juiz apitou e os jogadores do Maringá comemoraram muito, afinal foi um jogo histórico, mais uma vez a vitória não veio para o rubro-negro, que se complicou na tabela.

Na próxima partida, o Atlético pega o Nacional, às 18:30, na Arena da Baixada, em busca da recuperação, somar três pontos importantes, mudar a imagem negativa com a torcida e o roteiro da história.